A humanidade

Vivemos num pequeno planeta, dentre infinitos outros planetas. Somos praticamente uma poeira no cosmos. Nosso sol quase não pode ser visto a alguns poucos milhares de quilômetros de distância. Resumindo, somos mais um tantinho de nada dentro de um infinito nada.

Acreditamos ser a especie de vida mais inteligente do universo. Criamos coisas, criamos regras, criamos crenças e criamos a nossa própria verdade.

Criamos tantas coisas que acabamos prejudicando a nós mesmos. Nossa inteligência é tão grande, que não sabemos controlá-la somente ao nosso favor. A humanidade, com sua infinita beleza, não é perfeita, pois é capaz de prejudicar até mesmo os mais próximos dos seres com a maior naturalidade, desde que suas ações venham de acordo com seus interesses.

A humanidade acredita em sentimentos. Sentimos, o que acreditamos ser o mais belo deles, o amor. Amamos muito. Tanto amor que muitas vezes acaba sendo transformado em raiva, ódio e em não raras as vezes, até a morte.

A humanidade acredita em energia, essa que todos sentem mas poucos acreditam. Uns chamam de universo, atração e até Deus. A inteligência humana é tão sagaz, que criou inúmeras crenças baseada nessa energia e pior, não assume a culpa pelos seus atos, passando a responsabilidade ao próximo, geralmente a culpa ou é do destino outras vezes de Deus, mas nunca da própria humanidade.

A humanidade é incrível. De um todo, pode ser as poucas formas de vida que tem medo da morte. Que não compreende o processo da vida, onde nada somos com ou sem vida, apenas somos. Ela acredita que se fizermos o bem, morreremos mas estaremos bem num lugar perfeito, cheio de graça e se fizermos o mal, iremos para um lugar ruim, cheio de desgraças. Porém, mesmo assim, acreditando na crença do bem e do mal, ainda continuam praticando o ato do prejuízo ao próximo.

A humanidade se acha tão perfeita, que seu indivíduos se acham no direito do julgamento do certo e do errado com base nas próprias regras e crenças, mas eu te pergunto: Com base em que essas regras foram criadas? Porque o seu certo não pode ser o meu errado e vice versa?

A humanidade tem o grande poder do aprendizado, porém, nunca será o suficiente para valorizar sentimentos antes do julgamento. Nunca será suficiente para amar antes de odiar e continuar amando depois do ódio. Nunca será suficiente para reconhecer que nada somos e nada seremos num universo cheio de luzes, poeiras, massas e energia. Nunca será suficiente para aproveitar o máximo da vida, o máximo de toda essa energia que nos cerca, seja ela o universo, a lei da atração ou DEUS!

Por, Raphael Tavares

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